Antiterrorismo: Lie To Me no Brasil?

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24 de julho de 2019

Não, infelizmente não teremos um episódio da famosa série de TV no Brasil, mas enquanto muitos assistiam em suas TVs o Dr. Cal Lightman ajudado o FBI a identificar células terroristas, aqui no Brasil uma equipe de ex-militares era treinada para atuar na identificação de terroristas durante os jogos olímpicos do Rio.

A empresa ABRAPAM foi a responsável por treinar milhares de colaboradores de aeroportos, companhias aéreas, pilotos, seguranças de shoppings e metrôs das capitais e cidades envolvidas com os jogos.

Foi a maior capacitação em linguagem corporal voltada para o antiterrorismo já realizada no Brasil, e que teve grande colaboração na segurança de milhares de pessoas que estiveram no Brasil para as olimpíadas.

SOBRE A SÉRIE

A série traz as investigações de uma equipe formada por especialistas em detectar mentiras. As mínimas expressões e gestos são interpretados por esses cientistas do comportamento, que prestam seus serviços para diversas entidades, como o FBI, a polícia, empresas particulares ou mesmo pessoas que estejam dispostas a descobrir a verdade que alguém pode estar escondendo.

O grupo é liderado pelo Dr. Cal Lightman, um cientista que dedicou toda a sua vida ao estudo do comportamento humano. Lightman ainda conta com a ajuda da sua parceira e psicóloga Dra. Gillian Foster, além do pesquisador Eli Locker e de Ria Torres, uma mulher com o talento natural de interpretar as expressões humanas. Juntos eles formam uma equipe de verdadeiros polígrafos humanos.

NO BRASIL

Os especialistas da ABRAPAM formaram uma grande equipe de apoio que acompanhava o dia a dia dos shoppings e aeroportos mais movimentados do país fazendo uma avaliação de prováveis ameaças, isso mesmo, linguagem corporal ao vivo. Os suspeitos eram informados para a central de segurança que passava a acompanha-los pelos circuitos de monitoramento.

A equipe de segurança orgânica do estabelecimento passava a acompanhar de perto os suspeitos, que percebiam que estavam sendo vistos. Em alguns casos, as informações eram passadas para as autoridades que procediam a abordagem.
Foram ações como estas que fizeram das olimpíadas do Brasil uma das mais seguras do século.